INSTITUCIONAL: Oficina avalia o impacto do regime de teletrabalho na SJMG

Como fruto de parceria entre o Núcleo de Bem-Estar Social (Nubes) e a Seção de Formação, Capacitação e Aperfeiçoamento de Servidores (Sefas), a Seção Judiciária de Minas Gerais (SJMG) realizou, no dia 14 de junho, a Oficina de Teletrabalho, com o intuito de obter um feedback dos servidores que trabalham por essa modalidade e de trocar informações a respeito do tema. A capacitação foi presencial, contando com a participação de 36 servidores que optaram pelo regime de teletrabalho na SJMG, e transmitida para as Subseções Judiciárias de Minas Gerais pelo YouTube. Durante a abertura do evento, a diretora do Núcleo de Recursos Humanos (Nucre), Carlene Lima Ranieri, ressaltou que a oficina é uma oportunidade para conhecer os desafios inerentes ao regime de teletrabalho e colher sugestões para o aperfeiçoamento desse modelo de trabalho. “Vocês têm de nos contar qual a visão de vocês, quais as dúvidas, quais as dificuldades, pois essa é uma metodologia nova implantada pela Primeira Região que já existe na iniciativa privada há algum tempo e que outros tribunais já a adotam há mais tempo, mas para nós é algo novo. Então, nós temos que ter esse retorno. Vamos encaminhar as propostas, algumas sugestões e as dificuldades enfrentadas para a Comissão Gestora do Teletrabalho do TRF1”, afirmou Carlene. Em seguida, a diretora do Nubes, Cristina Mendes de Aguiar, falou sobre a necessidade de os servidores que aderiram ao teletrabalho receberem orientações sobre saúde e ergonomia. De acordo com Cristina, foi elaborado um questionário para avaliar como está a realidade do teletrabalho para cada um. O suporte da área de TI para os servidores que trabalham em casa é um dos pilares do regime de teletrabalho. Para falar sobre isso e esclarecer dúvidas apresentadas previamente, o diretor do Núcleo de Tecnologia da Informação (Nutec), Daniel Santos Rodrigues, participou da oficina. Por fim, a médica do trabalho Lara Cristina Xavier e a psicóloga Cristiana Neves Pinto deram orientações sobre saúde e ergonomia relacionadas às especificidades do regime de teletrabalho e esclareceram dúvidas sobre o tema. De acordo com a supervisora da Sefas, Angélica da Costa Pereira, as informações e sugestões para melhoria do regime obtidas durante a oficina subsidiarão um relatório que será enviado aos gestores e às chefias imediatas dos servidores. A capacitação atende ao estabelecido pela Resolução Presi 6323305, que instituiu e regulamentou o teletrabalho no âmbito da Justiça Federal de 1º e 2º graus da 1ª Região, em julho de 2018. A norma prevê a difusão do conhecimento a respeito das implicações do teletrabalho e de orientações de saúde e ergonomia mediante cursos, oficinas, palestras e outros meios de pulgação disponíveis para os servidores que optaram por esse regime. Fonte: Secos/SJMG Assessoria de Comunicação Social Tribunal Regional Federal da 1ª Região  
10/07/2019 (00:00)
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